Entenda as diferenças, vantagens e cuidados de cada modalidade antes de escolher o pregão ideal.
O leilão eletrônico permite participar de qualquer lugar e elimina deslocamentos. Já o presencial mantém a tradição do pregão ao vivo, com vivência mais intensa do ambiente competitivo.
Em ambos, vale a pena habilitar-se previamente, ler o edital com atenção e simular os custos totais (comissão, ITBI, impostos, débitos propter rem).
A maioria dos pregões oficiais hoje é híbrida, oferecendo as duas modalidades simultaneamente para ampliar o número de participantes.
No leilão eletrônico, o participante acompanha o pregão pela internet, dá lances em tempo real e recebe confirmação imediata por e-mail e SMS. A vantagem é a comodidade e a possibilidade de participar de leilões em qualquer estado.
O leilão presencial mantém o tradicional ambiente físico, com leiloeiro conduzindo a sessão ao vivo. O contato direto permite avaliar reações dos concorrentes e ajustar estratégias em tempo real.
Em termos de custos, os dois modelos têm comissão idêntica (5% sobre o valor de arrematação). A diferença está no custo de deslocamento e tempo investido — vantagem clara para a modalidade online.
A segurança jurídica é equivalente, desde que a plataforma eletrônica seja credenciada pela junta comercial e siga os requisitos técnicos do CNJ. Auditoria, gravação e logs são obrigatórios.
A maioria dos pregões hoje é híbrida, permitindo participação simultânea online e presencial. Isso amplia o número de concorrentes e tende a elevar o valor final de arrematação, beneficiando o credor.
Para iniciantes, recomenda-se começar pela modalidade online, com pequenos lances de teste antes de investir em bens de maior valor. O ambiente digital permite simulações e treinamento sem risco financeiro.
O futuro aponta para predominância absoluta do eletrônico, com presencial mantido apenas em casos excepcionais ou bens de altíssimo valor com forte componente emocional ou estratégico.