Lotes de baixa avaria viram protagonistas em leilões semanais e atraem mecânicos e revendedores.
Os salvados de motos viraram alvo principal de oficinas e revendedores especializados. As seguradoras realizam pregões semanais com avaliações abaixo de 30% do valor FIPE.
Para recuperar a moto, é preciso obedecer à classificação técnica (pequena ou média monta) e cumprir as exigências do Detran.
O retorno financeiro pode ser expressivo quando o trabalho de recuperação é feito por profissionais qualificados.
As principais seguradoras do segmento — Porto, Bradesco Seguros, SulAmérica, Allianz e Mapfre — realizam pregões semanais com lotes variando de 50 a 300 unidades por leilão.
Os modelos mais comuns são Honda CG, Honda Biz, Yamaha Factor e Honda Pop, dominantes na frota nacional e portanto mais frequentes em sinistros recuperados.
Para revenda regularizada, o arrematante precisa cumprir o protocolo do Detran estadual: vistoria especial, laudo de engenheiro, regularização documental e nova placa em alguns casos.
O custo médio de recuperação de uma moto de pequena monta gira entre R$ 1.500 e R$ 3.500, dependendo das peças necessárias e da mão de obra. O retorno financeiro pode dobrar o investimento inicial.
Plataformas digitais como a Leilão Plus oferecem filtros por categoria de monta, ano, modelo e estado, facilitando a curadoria para arrematantes especializados.
Para iniciantes, a recomendação é começar com pequenos lotes (1 a 2 unidades) até dominar todo o processo logístico e documental antes de escalar a operação.